quinta-feira, 9 de agosto de 2018

A maioria dos empresários prósperos do Primeiro Mundo daria tudo para ser magistrado brasileiro


Nilson Lage


Imagine uma pessoa com renda anual aí de 140 mil dólares ou mais,

Acrescente horário de trabalho de não mais de 30 horas semanais, férias de dois meses a cada ano.

Junte nenhuma cobrança de competência, avaliação de desempenho ou exigência de novos estudos.

Some elevado prestígio social, honrarias e salamaleques de um ritual bizantino; a garantia de ganhos preservados e sempre acrescidos, após a aposentadoria; de que, se roubar, matar o endoidar, continuará recebendo a renda de sempre.

Uma vida a risco zero.

Creio que a maioria dos empresários prósperos do Primeiro Mundo daria tudo para ser magistrado brasileiro, desses que se premiaram agora com 17% de aumento quando as demais criaturas do país enfrentam redução de ganhos.

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