sábado, 18 de março de 2017

Enquanto o Brasil é destruído sob o aplauso dos ignorantes, os concorrentes internacionais comemoram.

Delegado da PF com vários cursos nos EUA
Procurador da República com formação em Harvard
Juiz federal com vários cursos no FBI

Operação da PF arruina imagem do Brasil e põe em risco US$ 15 bilhões

247 – Deu no New York Times: as maiores empresas brasileiras de alimentos pagam propinas a fiscais agropecuários para servir carne podre nas merendas escolares e também para exportar carne com salmonella para a Europa (leia aqui).

Deu na BBC: a carne que o Brasil exporta para a Europa e outros países é podre (leia aqui).

Deu no Agriland, um dos principais sites agrícolas do mundo: autoridades brasileiras estão desesperadas para marcar reuniões com embaixadores internacionais, de modo a evitar sanções a exportações brasileiras (leia aqui).

Deu no Global Meat News, outro site especializado: eram procedentes as suspeitas de que o Brasil vendia carne contaminada para a Europa (leia aqui).

As consequências dessas manchetes sensacionalistas são óbvias. Os países ricos erguerão barreiras sanitárias contra as exportações brasileiras e o País perderá vendas internacionais de US$ 15 bilhões ao ano. Registre-se que as carnes são o terceiro item da pauta brasileira de exportações, atrás apenas da soja e do minério de ferro.

Com o fechamento das exportações, a primeira consequência interna será a demissão de centenas de milhares de trabalhadores, num país que já tem 13 milhões de desempregados e vive a maior depressão econômica de sua história.

Para os fazendeiros, o impacto será também devastador. Sem o mercado internacional, a carne brasileira será despejada no mercado interno, reduzindo o valor da arroba do boi e a rentabilidade da pecuária. Os preços das terras cairão ainda mais, assim como a arrecadação de impostos.

Tudo porque uma operação da Polícia Federal, batizada de Carne Fraca, foi conduzida com a tradicional pirotecnia e focou sua divulgação em aspectos sanitários.

A mensagem da PF foi clara: os brasileiros comem papelão e produtos cancerígenos nas merendas escolares e nos churrascos do fim de semana.

Com isso, os frigoríficos serão a terceira cadeia produtiva destruída por operações policiais. As construtoras brasileiras, que disputavam mercados no mundo inteiro, já foram para o saco. Os fornecedores do setor de óleo e gás quebraram. E agora é a vez das empresas de alimentos (leia aqui).


Enquanto o Brasil é destruído sob o aplauso dos ignorantes, os concorrentes internacionais comemoram.

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