quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Não me peçam para defender a Lava Jato


Não me peçam para defender a Lava Jato.

Esse pseudo combate à corrupção, que nunca chegou perto de tucano, destruiu a indústria nacional e as maiores empresas do país, responsáveis, juntas, por mais de 20% do nosso PIB.

Esses procuradores mirins, ébrios de fama, se dizem "ungidos por Deus" para salvar a nação, enquanto fazem o contrário: baseado em informações fornecidas pela Lava Jato, o Ministério Público dos EUA já prepara ações bilionárias contra a Petrobras, para acabar de afundar a empresa e ficar com o óleo todinho para si.

Esses garotos, depois de insuflar o povo, de prender inocentes (prenderam e acabou; é um fato; aceitem), de divulgar escutas ilegais, não querem agora responder pelos próprios atos! De quê tem medo? É confissão de culpa? Ou é descrédito no judiciário do qual eles mesmos fazem parte?

E para o Gran Finale, num teatro tosco e infantil, encontram a forma de acabar com a operação (antes de chegar aos tucanos, como nós falamos aqui várias vezes) e saírem como bons moços. Na verdade, vão todos estudar em Harvard, no império, satisfeitos por terem cumprido seus papéis.

E por aqui, em vez de "não vai sobrar pedra sobre pedra (x1000)", os paneleiros escolheram "estancar a sangria".

Mas não tem arrego. Os que entendiam a situação no início a entendem agora e não sentarão quietos no atraso em que nos colocaram.

Luta que segue. Mas do lado certo. A unanimidade é burra.

*

Pelo Mortadela Páris Campelo

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