terça-feira, 14 de agosto de 2018

Pérez Esquivel, Prêmio Nobel da Paz, diz à Cármen Lúcifer que Lula é um preso político


Pérez Esquivel, Prêmio Nobel da Paz, diz à Cármen Lúcia que Lula é um preso político
A ministra do STF se comprometeu também a receber os militantes que estão em greve de fome em solidariedade a Lula

Revista Fórum

O Prêmio Nobel da Paz de 1980, Adolfo Pérez Esquivel, manteve encontro, na tarde desta terça-feira (14), com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia. Esquivel aproveitou a ocasião para entregar à ministra o abaixo assinado proposto por ele, com 240 mil nomes que pedem a indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Prêmio Nobel da Paz.

Esquivel disse que durante a reunião pode falar sobre o que se passa na América Latina e também sobre o o golpe de estado disfarçado no Brasil. “Disse a ela que o golpe que tirou Dilma do poder tinha como objetivo tirar Lula do caminho. E isso é uma séria ameaça à democracia no Brasil”, disse.

Esquivel pediu à ministra do STF que receba os militantes que estão em greve de fome em solidariedade a Lula.  “A ministra se comprometeu a recebe-los”, disse.

“Falamos também sobre a liberdade de Lula. Pedi que ela tome consciência que Lula é um preso político. Reconhecido inclusive como preso político pela Organização das Nações Unidas (ONU)”, completou.


Coloque o vídeo em 6:00 min.

https://www.facebook.com/ptnacamara/videos/224593261738613/?t=360

Candidatura de LulaZord será registrada amanhã



É a vida


Mais um cafajeste

Moisés Mendes

Mais esta agora. O agente Newton Ishii, o japonês da Federal, adorado pela direita, que em algum momento chegou a competir com Sergio Moro como ídolo dos paneleiros e golpistas, foi agente da ditadura.

É o que ele vai contar amanhã na entrevista que vai ao ar no Conversa com Bial. Quem antecipa a confissão, já gravada, é o jornalista Ancelmo Gois.

O homem, que já foi condenado por corrupção, diz com certo orgulho: “Trabalhei, na época da ditadura militar, em diretório estudantil como infiltrado entre os estudantes. Frequentava as reuniões e depois passava as informações”.

E dizem que já naquela época eles estavam preocupados com a Ursal.

Esses ídolos do tempo antigo da direita já foram perigosos, hoje são apenas simplórios e divertidos.

Os perigosos hoje são outros. Todos sabemos.

Laerte: a Milícia Federal e Sergio Moro


Japonês da Federal começou carreira como infiltrado da ditadura e terminou como contrabandista condenado. Agora quer ser deputado.


Quem pariu Mateus que o embale


Carlos Motta

Estadão publica editorial - "Um voto irracional" - naquele seu estilo gongórico, no qual critica empresários que apoiam o deputado fascista em sua aventura presidencial.

Parágrafos finais:

"O trágico é que alguns desses empresários que declaram voto em Bolsonaro admitem que o ex-capitão não tem mesmo capacidade para ser presidente da República. Mas, para eles, isso não é importante. O importante é que a eventual vitória de Bolsonaro representaria a ruptura com “o modelo que está aí”, nas palavras de um dos empresários desse movimento, cuja crescente mobilização foi noticiada pelo Estado.

"Até onde se tem conhecimento, nenhum desses empresários parece saber ao certo o que virá depois dessa projetada ruptura. Mas não é difícil imaginar. Sem partido, com um discurso desagregador e antidemocrático, adepto de soluções que privilegiam a violência e - o que ele mesmo admite - um rematado ignorante dos principais problemas econômicos do País, Bolsonaro criaria tal confusão e tensão que o ambiente de negócios, já muito difícil, se tornaria totalmente hostil. Donde se conclui que esse movimento de empresários em favor de tal ruptura carece absolutamente de racionalidade. Pois Bolsonaro não tem como fazer a reforma política e muito menos como sanear as finanças públicas e reativar a economia."

Aí me vem à cabeça aquele dito popular: "Quem pariu Mateus que o embale."

Se diretor da PF falou a verdade, TRF-4 mentiu


KENNEDY ALENCAR 

Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, publicada no domingo, o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, disse que o presidente do TRF-4 (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, Carlos Eduardo Thompson Flores, deu ordem via telefone para que a PF não libertasse o ex-presidente Lula no dia 8 de julho. “Estou determinando, não soltem”, teria dito Thompson Flores, de acordo com Galloro.

Em nota, o TRF-4 negou que o presidente da corte tenho dado tal determinação. Se o diretor da PF falou a verdade, o TRF-4 mentiu. E vice-versa. É grave.

A Justiça tem ritos que precisam ser cumpridos. Numa democracia, é inadmissível que um presidente de tribunal dê uma ordem por telefone. Há mandados e alvarás, o formalismo jurídico, para isso. Havia uma ordem do juiz plantonista Rogério Favretto para soltar o ex-presidente Lula. No relato do TRF-4, Thompson Flores disse que analisaria um conflito de competência entre os desembargadores Favretto e Gebran Neto, mas que não mandou Lula continuar trancado.

“Valeu o telefonema”, disse Gallloro, em referência à ligação de Thompson Flores. Se o TRF-4 estiver dizendo a verdade, já é suficientemente grave ter havido o telefonema. Não se age assim numa democracia.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também telefonou para o diretor-geral da PF, dizendo que estava recorrendo ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) contra a prisão. Isso também não é papel do Ministério Público.

Para piorar o soneto, Galloro demonstrou visão autoritária quando questionado sobre protestos de professores contra policiais em Santa Catarina. Ele quis ensinar como manifestantes deveriam se opor a abusos de policiais. Ele defendia investigação contra um professor que protestou. A polícia agia assim na ditadura. Isso é inaceitável na democracia.

O reitor Luiz Cláudio Cancellier se suicidou por causa de uma investigação que se mostrou vazia, a “Ouvidos Moucos”. Ele foi submetido à humilhação da prisão e afastado do cargo com base em evidências frágeis. No caso concreto, houve abuso da Polícia Federal, do Ministério Público e do Judiciário. Abuso de poder deve ser criticado e punido. É com isso que Galloro deveria estar preocupado.

Candidato louco delirante sobe montanha para se esconder dos Illuminatis que tentam matá-lo


Gente, não é piada. Dizem que o Cabo Daciolo subiu num morro que ninguém sabe onde é, e está jejuando e enviando mensagens por um tablet. Ele diz que os illuminatis estão tentando matá-lo, e que só descerá do morro quando eleito presidente.

Acho que exageramos nos memes. O cabo endoidou de vez.

Nem no tempo da ditadura militar a imprensa teve tantos comentaristas golpistas


OS ABRAMOS PAI E FILHO E OS GOLPISTAS 

Morreu Claudio Weber Abramo, referência a todos os que fazem do jornalismo a busca, às vezes desesperada e outras tantas desesperançada, da informação que ilumine e revele o que possa ser a verdade.

Abramo será sempre a inspiração do jornalista engajado às grandes questões da profissão e da humanidade. Foi precursor da dedicação metódica à transparência da informação em todas as áreas como fundador da ONG Transparência Brasil.

Sua missão era saber o que estava escondido nas gavetas, nos cofres e nos biombos do setor público e que alguém ou grupos não querem mostrar.

Era filho de Claudio Abramo, jornalista de esquerda que militou na grande imprensa nos bons tempos em que as empresas não acompanhavam regimes de exceção até o fim.

Abramo pai também foi um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro. No seu tempo, os donos dos jornais estabeleciam algumas condições para continuar ao lado do poder, mas não como sabujos totalmente sem direitos e sem vontades.

No tempo dos Abramos (o Claudio pai morreu nos anos 80), a imprensa saltava fora do apoio incondicional a um golpe para poder sobreviver como negócio e preservar um mínimo de dignidade. Como fez em 68 diante do torniquete da censura.

Essa imprensa não existe mais. O que existe hoje é a mídia como condutora e protagonista do golpe e que nunca irá se arrepender do que fez, porque sobrevive da articulação com os empresários do pato amarelo, o Congresso e o Judiciário.

Abramo, que já estava fora das redações, morre num momento em que os jornalistas vão sendo substituídos por comentaristas das mais variadas áreas na imprensa.

A TV foi loteada por comentaristas da ‘ciência política’ ou da ‘ciência econômica’ ou de outra ciência qualquer.

Esse movimento de abertura a profissionais de outras áreas poderia ser interessante, se não carregasse junto uma desgraça.

A maioria dos comentaristas que ocupam o lugar dos jornalistas é de direita. E muitos deles, que se apresentam como liberais, são declaradamente golpistas.

Nunca, nem no tempo da ditadura militar, a imprensa teve tantos comentaristas golpistas.

Demonstração de força


segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Tudo normal

Meu Photoshop, Minha Vida

Militância da URSAL


Direita paranaense transforma estado em motivo de chacota nacional


Ricardo Costa de Oliveira

Mais uma vez a direita paranaense vira motivo de chacota nacional. Cobrar masculinidade em concurso policial é um "atributo social" que quem tem não precisa provar, nem haverá dúvida ou questionamento tão ridículo neste sentido. Uma sociedade moderna deve respeitar a todos comportamentos. Da mesma maneira a popularidade é para quem tem, como Lula, que mesmo preso político pela ditadura judicial, não precisa provar que tem muita popularidade e que as mentiras e farsas locais nunca afetaram a grande popularidade de Lula. E adivinhem em que estado aparentemente inventaram primeiro o besteirol da tal Ursal, senão no pensamento de direita do Paraná !

Foto oficial de Ciro Gomes e Kátia Abreu é assustadora de tão falsa

Parabéns, imprensa escrita, togada, fardada e televisada!

Palmério Dória

Parabéns, imprensa escrita, togada, fardada e televisada! Com o vampiro chifrudo, seus capangas, com Moro e seus merdunchos, com o STF, com a CIA, com tudo, em dois anos vocês fizeram do Brasil o centro geográfico do nada.

O Prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, presta solidariedade às brasileiras e brasileiros

A URSAL veio para ficar. Viva os Libertadores da América!


Thomas de Toledo


A URSAL é um sentimento coletivo. A Pátria Grande latino-americana já existe na solidariedade entre os povos. Mas as veias continuam abertas! Todo latino-americano sente a herança colonial ao ser explorado pelas "elites" que vivem em Miami, mas se enriquecem entregando as riquezas nacionais, enquanto o povo vive na miséria. Todo latino-americano comove-se ao ver suas crianças enjauladas nos Estados Unidos. Todo latino-americano sabe que as fronteiras são artificiais. Mas ser latino-americano não significa negar seu país, ao contrário, a identidade nacional, regional e local reforça-se sem chauvinismo. Por isso, a URSAL veio para ficar. Do sul do Rio Grande no México à Terra do Fogo na Argentina, do Atlântico no Brasil ao Pacífico no Chile, dos Andes à Amazônia, do Caribe aos Pampas, viva a Pátria Grande que Bolívar idealizou, com a sina da resistência e da liberdade! Viva os Libertadores da América!

TRF4, Moro e PGR violaram a Lei para perseguir o presidente Lula


 Começa em 1:25 Min
https://www.facebook.com/deputadofederal/videos/508752412883458/?t=85

O Cabo e a URSAL

Cristóvão Feil

O Cabo poderia explicar o que é Ursal.
Seria um capinzal de ursos?
Ou seriam ursos no capinzal?
Acaso seriam cabos em baixo astral?
Ou o ocaso de cabos em terminal?

Empresários aderem em massa ao fascismo, como sempre

Mais do mesmo
Ayrton Centeno

A informação de que grandes empresários estão aderindo à candidatura BolsoNero não pode surpreender ninguém. O empresariado está onde sempre esteve: com a exceção. Foi assim na ditadura, quando financiou a Oban, sinistra Parceria Público Privada. Lá o destaque era para o açougue onde o delegado Sérgio Fleury e seus iguais torturavam e assassinavam. Um dos mandachuvas da Fiesp, Henning Boilesen, do grupo Ultragas, gostava de assistir às sessões de chacina. Houve professores, advogados, jornalistas, militares, estudantes, operários, camponeses torturados e executados nos porões da Oban. Mas não há notícia de um só empresário trucidado.

Pesadelo de coxinha


A eterna safadeza dos bacharéis





Urucubaca

Numa malvadeza do calendário, o ministro José Antonio Dias Toffoli foi eleito para a presidência do Supremo Tribunal Federal no mesmo dia em que o pretório excelso decidiu por 7 x 4 pedir ao Congresso um aumento de 16,38%. Cada eminente ministro pretende receber R$ 39,3 mil mensais.

Toffoli votou a favor do mimo e disse o seguinte:

"Não se está encaminhando para o Congresso um acréscimo ao orçamento do Supremo. Está se encaminhando uma previsão para uma recomposição remuneratória parcial de 2009 a 2014. Não se está tirando de saúde, de educação. Está-se tirando das nossas despesas correntes, dos nossos custeios."

De duas uma, ou Toffoli não sabe que o aumento dos ministros do Supremo desencadeia um efeito cascata que pode custar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões à Viúva, ou sabe e acha que a choldra é boba.

Tomara que ele acredite na segunda hipótese, pois se o novo presidente do Supremo não sabe como funciona o teto dos salários dos servidores, sua presença na cadeira é uma ameaça à ordem pública.

A ditadura de toga


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