terça-feira, 11 de julho de 2017

Coxa, o super imbecil




Hoje a reforma trabalhista não atingirá o servidor público já concursado, nem o pobre precarizado que já não tem direitos. Adivinhem quem a reforma irá atingir? O coxa brasileiro, esse super asno, a figura política mais imbecil da história conhecida do mundo, que sonha com a estabilidade de um emprego público que a reforma enterrará e perderá os direitos trabalhistas no emprego que tem, se tornando um terceirizado. Muitos no entanto comemorarão o ganho simbólico: ao passar a trabalhar 14 horas por dia para ganhar cinco mil reais o coxa poderá dizer que é sua própria empresa e que agora é um empresário. No final o que conta mais para o asno é esconder que é um escravo e votar como um burguês. Ele é um verdadeiro super-herói, seu super poder é a super imbecilidade.

Um comentário :

  1. kkkkkkk
    Boa!
    A história do coxinha não é de um indivíduo da descultura brasileira, mas mundial.
    O coxa sempre acreditou em comerciais, em formadores de opinião, nos jornal da globo e até em líderes religiosos.
    O Coxa é o mesmo ser repulsivo que saiu nas ruas da idade média perseguindo bruxas, hereges e pagãos.
    O Coxa hoje acredita em ditadura comunista, em terrorista, ditadores e na bondade dos EUA e da Europa com os países pobres e emergentes.
    O coxa vai a missa aos domingos, diz de boca cheia que é CATÓLICO. Então você pergunta o significado e a origem da palavra e ele não sabe.
    Esse é o coxa de sempre, o coxa da pré história, o escravo puxa-saco de coronel: entregava seus companheiros de senzala que iam fugir.
    O Coxa é o pobre de direita, o funcionário publico de direita e todos que brigam por uma causa que pensa ser sua, que dá o tiro no pé, que se ferra e sempre coloca culpa até em Deus, menos em seus heróis. Seus heróis, aqueles que tiram seus direitos, mas faz ele sonhar que é igual e que um dia vai chegar lá.
    O Coxa é a empregada das novelas da Globo que ficavam felizes em servir sem nada cobrar. Aquela que ficava sentada ouvindo a história das viagens da patroa e ficava feliz de estar trabalhando para alguém assim. Ela depois ia para seu quarto dos fundos de 2 metros quadrados, pois não ganhava nem para comer e menos ter uma casa sonhando ser a patroa.
    E ficava feliz quando a patrola dizia que ela era como se fosse da família.
    O coxa vai para o estadio de futebol disposto a matar pelo seu time e esquece da família em casa. Ele gasta dinheiro com o ingresso de futebol e com cerveja barata, mas não é capaz de dá um bala para seus filhos.
    Esse cidadão não percebeu ainda que o futebol é manipulado, que o time não é seu e que estamos em um país capitalista e que ninguém faze nada de graça, imagine pagar para vê um time que não é seu e que nem o jogador entra em campo de graça.
    Quem faz de graça, faz por fé, bondade e jamais por sapiência.
    E se tem uma coisa que o coxa não tem é sabedoria.

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