domingo, 25 de junho de 2017

O liberal e meritocrata Dallagnol morreria de fome se não sugasse o Estado

Fernando Horta

E o Dallagnol, hein?

Revoltado com quem "sempre usou o Estado para obter vantagens"... Como ele diz.

Daí descobrimos que ele é sustentado pelo estado como MP, ganhando aí uns 30 mil por mês mais penduricalhos...

Não contente, ele dá palestras sobre "corrupção", aproveitando-se do seu cargo. Interessante é que quanto pior ele pintar a corrupção no seu trabalho (criminalizando, vejam só, palestras) mais dinheiro ele faz dando "palestras". De 30 a 40 mil "porcada". Fazia mais de 90 mil por mês só aproveitando-se do cargo e das informações privilegiadas.

Mas não contente com tanto uso do estado para enriquecer, ele ainda pega o dinheiro que faz em função do estado, para entrar num programa social destinado a pessoas de baixa renda em que ele toma o lugar delas, ganha financiamento subsidiado, de novo, pelo Estado, para comprar apartamentos do Minha casa, minha vida. Apartamentos que, vejam só, depois de ele quitar com a grana que ganha do Estado ele revende por 2 ou 3 vezes o preço para aquelas mesmas pessoas que não tiveram chance de conseguir os financiamentos que ele conseguiu, claro, por "sorte".

E depois vai para a igreja dizer-se bom cristão ou para a televisão vociferar contra o uso do estado para enriquecimento dos outros, claro.

Basicamente, se você tirar o Estado, Dallagnol morre de fome. E, pasmem, ele é o ídolo dos protofascistas liberais brasileiros. Aqueles que odeiam o estado e adoram a meritocracia.



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