terça-feira, 23 de maio de 2017

Vereadora gaúcha Eleonora Broilo diz que "nordestino sabe se unir para roubar e aumentar corrupção"



Vereadora de Farroupilha, Eleonora Broilo criticou nordestinos em seu discurso durante a sessão de segunda-feira (22) na Câmara Municipal. Eleonora Broilo (PMDB) pediu a palavra depois de ouvir a manifestação de outros colegas.

"Eu acho que os nordestinos sabem muito bem se unir, sim, para roubar. Eles sabem ganhar propina. Eu acho que eles sabem se unir para aumentar a corrupção. Isso eu acho que eles são donos. Isso eu concordo plenamente. Talvez até eles não saibam nem falar muito bem, mas sabem roubar que é uma maravilha", declarou em plenário.

ELEONORA PETERS BROILO
Pediatras e Pediatria
    
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4 comentários :

  1. Queria ver essa senhora aguentar 03 anos de investigação!

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  2. E de um partido notoriamente Ladrão e se acha com moral pra além de tudo ser preconceituosa? Se enxerga cretina pois até agora os maiores roubos estão no lado de baixo do mapa e nem por isso estão acusando os cariocas ,paulistas ,paranaenses ,gaúchos e outros enlameados até os ossos na roubalheira .

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  3. O Rio Grande do Sul lidera o ranking de políticos citados na Operação Lava-Jato, conforme lista divulgada na noite desta sexta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ao todo, seis políticos gaúchos foram citados, todos eles deputados federais do Partido Progressista (PP). Entre eles, Luiz Carlos Heinze, que foi o deputado federal mais votado no Estado nas eleições de 2014, recebendo mais de 160 mil votos. Heinze ficou notícia nacional ao aparecer em um vídeo de uma audiência pública no interior do Rio Grande do Sul dizendo que quilombolas, índios, gays e lésbicas são “tudo que não presta”.

    Os parlamentares gaúchos que colocaram o RS no topo do ranking da Lava Jato são:

    José Otávio Germano
    Luiz Carlos Heinze
    Jerônimo Goergen
    José Afonso Hamm
    Renato Mölling
    Vilson Covatti

    O ranking de políticos investigados, por Estado, é o seguinte:

    Rio Grande do Sul – 6
    Alagoas, São Paulo e Pernambuco – 4 (cada)
    Rio de Janeiro, Paraná e Maranhão – 3 (cada)
    Minas Gerais, Goiás, Rondônia e Ceará – 2 (cada)
    Paraíba, Piauí, Acre, Tocantins, Santa Catarina, Mato Grosso, Roraima, Mato Grosso do Sul – 1 (cada)

    Editoria: Política
    Palavras-chave: Jerônimo Goergen, José Afonso Hamm], José Otávio Germano, lista de Janot, Luiz Carlos Heinze, operação lava Jato, PP, Renato Mölling, Vilson Covatti

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  4. Meus caros conterrâneos de outro lado do país. Sou gaúcho de um lado da família de mais de dois séculos e do outro lado de imigração recente (italiana e espanhola), e quando escuto uma besteira deste tipo vinda de uma vereadora que tem um sobrenome Broillo, fico realmente indignado, simplesmente porque conheço pessoas da família Broillo e posso dizer COM ABSOLUTA CONVICÇÃO, conheci Broillos que são pessoas honestas e trabalhadoras e também conheci da mesma família também alguns que se diz em italiano se diz "tutti ladri", ou seja, não há diferença em termos de distribuição estatística de pessoas honestas e vigaristas no meio de famílias ou grupos sociais, há uma distribuição que em estatística se chama normal, ou seja, a imensa parte é honesta e há nas pontas indivíduos que são a vergonha da família. E o que me parece é que esta Vereadora vai entrar no rol da vergonha da Família Boillo.
    Só para agregar uma coisa que talvez como está no passado as pessoas esqueçam, muitos destes descendentes de imigrantes italianos foram os primeiros COTISTAS DO BRASIL, pois no início da colonização recebiam TERRAS, EQUIPAMENTOS AGRÍCOLAS, SEMENTES e DINHEIRO VIVO, do governo imperial, para se sustentarem no início. (nota: a família Maestri nunca foi COTISTAS, porém acho que os Broillos foram!).
    Complementando o último parágrafo, como descendente de italiano fico indignado em ver que muito destes COTISTAS (colonos alemães, italianos .....) receberam Bolsas tipo bolsa família, do governo imperial brasileiro que era obtido com dinheiro de impostos recolhidos do trabalho ESCRAVO DE NEGROS. Ou seja, hoje em dia muito dos racistas das regiões de imigração falam mal da política de cotas e não enxergam que muitos deles FORAM OS PRIMEIROS BENEFICIADOS DE POLÍTICAS SOCIAIS OBTIDAS PELO RENDIMENTO VINDO DO TRABALHO DOS ESCRAVOS NEGROS que hoje eles discriminam.

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