quinta-feira, 11 de maio de 2017

Mais um rascunho do mais longo dos dias

32 juízes federais, variedade étnica e social zero.
Rubem Gonzalez

Essa renca de filhos da puta, esse amontoado de descendente de europeu morto de fome misturado com índio e negro, mas que saiu com a pele mais clarinha, e por isso já se acha escandinavo e por ter um sobrenome cheio de consoantes se acha nobre já passou da hora de se fuder.

Essa turma é tão ávida por transformar o grosso da população em seus lacaios e escravos que já nem disfarçam, se esperassem mais uns 10 ,15 anos se livrariam definitivamente do Lula e aí sim poderiam voltar a governar pois foram os últimos a chegar aqui e a sua principal atividade sempre foi espoliar o país.

Mas quis Deus com pena do nosso povo que eles se assanhassem antes, que colocassem os dentes de fora, avaliaram mal o momento fruto talvez da forma branda e leniente como Lula governou o país, isso após tê-lo tirado do atoleiro em que foi colocado lá por essa gente.

Porém mal ele virou as costas as rodinhas e as gangues que se arvoram nas mamatas em efeito cascata do judiciário e da política e de toda a coisa pública desde Cabral para cá e que somado a esse chorume se juntaram os sopas de letrinha vindos da grande miséria e fome que assolou a Europa no final do século XIX.

Assim numa operação de erosão bem arquitetada entre os bandidos dos três poderes somados a seus amplificadores a venal, podre e corrupta mídia fizeram uma operação torniquete sobre uma administração sem tarimba para a lida com esses tipos de quadrilha de Dilma e conseguiram retomar o poder da forma mais vil e covarde possível.

Mas era pouco, precisavam de mais, precisavam destruir o grande arquiteto dessa obra, o homem por trás de tudo, o artífice da turma de abusados trabalhadores que por um atrevimento sem parâmetro ousaram adentrar a casa grande e comanda-la por longos e aparentemente eternos 13 anos.

Roubar os governos estaduais se fingindo passar por empresários-picaretas como o João Dória já não era suficiente, traficar, assassinar e ficar impune como o Aécio Neves também não era o bastante, se locupletar com centenas de milhões de dólares para manter o FHC e sua trupe como um sultão não era tudo.

Eles precisavam de mais, de muito mais, precisavam expulsar essa corja de leprentos, de gente preocupada com a vida de pobres, preocupados com transposição de rios ao invés de pensarem numa forma de vender a água para outros países, ficavam furiosos ao ver a Petrobrás crescendo sem poderem passa-la nos cobres.

Assim partiram para a cartada final, e extinção do Molusco que como um vírus assolava o imaginário de todos. Não seria difícil pega-lo imaginavam todos, afinal sem exceção todos os envolvidos nasceram, cresceram e prosperaram na corrupção frouxa do estado, todos sem exceção filhos e netos de larápios que mantinham apenas a tradição familiar.

E assim esse prostíbulo ambulante composto por apaniguados, empurrados, enjanelados, herdeiros de quadrilhas usaram para destruir o mito Lula naquilo aonde eles dominam o cenário e detém todo o expertise que é a corrupção, o benefício retirado e roubado das tetas de um estado aonde a corrupção endêmica apesar de diminuir nos governos petistas ainda é um assombro.

Foi aí que a vaca foi pro brejo, mediram o Lula pelas suas réguas, pelas trenas e teodolitos que mediam seus pais, parentes e ancestrais. Como um Dória que roubou tudo que pode por onde passou vai imaginar que alguém como Presidente do país por dois mandatos e líder absoluto por mais de 13 não estaria biliardário?

Eram favas contadas, afinal ali todos sem exceção estavam podres de ricos através de roubos e os que ainda não estavam nesse patamar conseguiam arrancar do estado vergonhosos salários superiores a presidentes e diretores de conglomerados econômicos e multinacionais e, portanto, pegar o Lula seria fácil.

Começaram procurando fazenda bilionárias, depois frigoríficos monstruosos, depois contas na Suíça, mais pra frente jatinhos, depois o cacife cada vez mais baixava e procuraram um ridículo triplex de vergonhosos 100 metros quadrados, quase uma palafita de concreto e um sítio que se fosse do Lula mesmo era para ser escondido, não como patrimônio mas sim de vergonha.

O cacife de aposta que começou com empreendimentos bilionários terminou em um ridículo barco de lata, dois pedalinhos e o confisco de umas bugingangas entre elas um tambor de macumba que sozinho promete uma vingança exemplar nessa turma maldita e irresponsável.

Hoje chegamos ao epílogo desse projeto malfadado de eliminação do Lula, depois que o testa de ferro, o laranja Sérgio Moro arrebanhou seus 18 seguidores me lembrei que ele estava até melhor que o Agamenon Mendes Pedreira, jornalista fictício, mas ao mesmo tempo alter ego dos Marinhos que se jactava de possuir 17 leitores.

Do outro lado um exército entre 50 a 100 mil vermelhos pacíficos, mas decididos mostrava com todas as nuances para quem quisesse entender que a paz ou a guerra dessa vez é só uma questão de escolha e que desta vez os ratos que se cuidem porque não haverá carta aos brasileiros, mas sim punição exemplar a um certo tipo de brasileiro........................

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PS. Peço que me desculpem pois escrevi sem linha de raciocínio, se saiu algo concatenado foi por sorte e nem vai ter revisão, não vou ler agora porque a cabeça dói e então peço que perdoem se tiver algo fora de lugar, é um rascunho mesmo.

3 comentários :

  1. Muito bom, não precisou de revisão, acertou na mosca. Parabens.

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  2. Parabéns! Tuas palavras vão direto ao ponto. "Renca de merdas". Perfeito.
    Trabalhei por um tempo em contato com esses " merdas ". Espero não repetir a experiência. Ególatras, prepotentes. Comportam-se como divindades. Não aguardem a vez de serem atendidos, recusam-se a mostrar identificação, ignoram aqueles que teoricamente estão abaixo deles. Nunca fui servil, nunca permiti que me humilhassem.
    Lavei a alma com tuas palavras.
    Sinceramente obrigada.

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