terça-feira, 9 de maio de 2017

Longa noite de terror começou em junho de 2013

PSOL, PSTU, e marinistas de braços dados com a CIA para implantar o fascismo
Claudio Daniel

RECORDAR É VIVER 

Em 2013, eu dizia que as "jornadas de junho" faziam parte de uma estratégia adotada pelos Estados Unidos para a "mudança de regime" em países com governos independentes e soberanos, como a Ucrânia, a Líbia, a Síria, a Venezuela e o Brasil. 

Eu dizia, naquela época, que a queda do governo democrático e popular de Dilma Rousseff levaria a um novo tipo de ditadura civil, apoiada em instituições do aparelho de estado burguês, como o Judiciário, o Legislativo, as polícias federal e militar, e também nos "aparelhos ideológicos do estado" (Althusser), como a imprensa, as igrejas neoevangélicas e os grupos de extrema-direita, como o "Movimento Brasil Livre". 

Dizia também que o golpe de estado civil e a nova ditadura liquidariam as conquistas sociais e logo tentariam colocar na ilegalidade os partidos de esquerda, as centrais sindicais e os movimentos sociais, na mais violenta contrarrevolução que já aconteceu no país, para a destruição total de todas as formas de organização e de resistência dos trabalhadores. 

Fui chamado, na época, de alucinado, paranoico etc. Há momentos em que eu odeio ter razão.

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