quinta-feira, 11 de maio de 2017

Está chegando a hora do judiciário

Gustavo Castañon 


Quando a classe política e a classe trabalhadora recobrarem o fôlego, a onda reformista vai pra cima do judiciário.

De longe o poder mais corrupto da república, é aquele que não tem nenhum controle externo, é o mais corporativo, não tem a legitimidade do voto popular, é o mais caro do mundo formando uma classe de super-marajás que resolveu ficar rica como funcionário público.

O judiciário brasileiro é o único grupo social que curiosamente tem uma imagem que pode acabar agregando os pobres e a classe média em um único bloco de ódio e inveja. 

São vistos como funcionários públicos ricos e cheios de privilégios com seus super salários e benefícios, corporativistas, nepotistas, anti-meritocratas, improdutivos, privilegiados, arrogantes, cruéis com os pobres e corruptos com os ricos.

Não satisfeitos com isso, nos últimos anos partiram para cima de outros poderes parando obras, aterrorizando o serviço público com exigências absurdas, legislando, cuspindo na constituição todos os dias em todos os níveis e decidindo eleições e quem se candidata.

De quebra, de forma totalmente irresponsável com a sobrevivência do resto dos brasileiros, ARRUINARAM a economia e uma parte da alta burguesia do país para conseguir delações, e embora muitos simulem que não, todos sabem disso.

Uma grande energia está sendo acumulada contra a ditadura do judiciário e do MP na população, na esquerda, na burguesia e na classe política.

Essa energia só espera um catalizador.

Ele chegou

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