quarta-feira, 5 de abril de 2017

Parte da comunidade judaica saúda o neonazismo tropical na Hebraica

Guilherme Cohen

Fiz questão de ver toda a gravação do fascista ontem no clube da comunidade judaica. São tantas falas de ódio e extremistas que é difícil selecionar. Mas escolhi as piores barbaridades e coloco abaixo:

“Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”

“O pessoal aí embaixo (jovens de movimentos juvenis, torturados da ditadura militar, ativistas dos direitos humanos), eu chamo de cérebro de ovo cozido. Não adianta botar a galinha, que não vai sair pinto nenhum. Não sai nada daquele pessoal.”

“Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Nem pra procriador ele serve mais”.

“Alguém já viu um japonês pedindo esmola por aí? Não, porque é uma raça que tem vergonha na cara. Não é igual a essa raça que tá aí embaixo, ou como uma minoria que tá ruminando aqui do lado”

“Pedi prum assessor meu dar um pulo ali no bar, comprar um sanduíche de mortadela que eu vou jogar pela janela.”

“Se eu chegar lá não vai ter dinheiro pra ONG. Esses vagabundos vão ter que trabalhar. Pode ter certeza que se eu chegar lá (Presidência), no que depender de mim, todo mundo terá uma arma de fogo em casa, não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola."

“Tinhamos na presidência um energúmeno que são sabia contar até 10 porque não tinha um dedo”

“Se um idiota num debate comigo falar sobre misoginia, homofobia, racismo, baitolismo, eu não vou responder sobre isso”

“Eu não tenho nada a ver com homossexual. Se bigodudo quer dormir com careca, vai ser feliz.”

Terminou sob aplausos e gritos de “Mito, mito, mito”.

#NãoEmNossoNome

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Contato: hebraicario@hotmail.com

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