sábado, 28 de janeiro de 2017

O drama de FHC, viver e morrer como um merda

Rubem Gonzalez

O único lugar do planeta aonde o FHC desfila sua pose de líder respeitado e de presidente é em São Paulo, um estranho lugar aonde a Nasa e o centro espacial de Baikonur deveriam se debruçar em pesquisas e entender o tipo de gente que vive ali, se existem alienígenas entre nós é ali que eles estão com certeza.

Em Nova Iorque ele é Mr Ninguém, um zero à esquerda. Em Paris ele é apenas mais um pária da sociedade, um larápio do terceiro mundo e comparável a Bokassa, Idi Amin Dadá, Papa Doc, Baby Doc , Ferdinand Marcos e outros ladrões tropicais que ficaram bilionários roubando seus miseráveis povos.

Nada de glamour, nada de tapetes vermelhos, nada de convites para saraus, vernissages e exposições culturais. O castigo divino para esse restolho humano, para esse larápio é o ostracismo e a repulsa que o meio acadêmico e as lideranças mundiais lhe dedicam.

O seu lugar é reinar no Brasil, mais precisamente em São Paulo sob auspícios da Globo e a vibração intensa daquele povo que pensa que é um americano do sul mas não passa de um paraguaio do leste e que para piorar ainda chama biscoito de bolacha.

2 comentários :

  1. Os paraguaios não merecem a ofensa, de resto o texto é excelente. Basta dizer objetivamente os predicados do fã-clube do FHC: provinciano e sangue de barata.

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  2. também não merecem boa parte dos paulistanos que renegam o FHC. o que vale um ser que renegou boa parte (e a melhorzinha) de sua história e obra acadêmica (medíocre, mas pelo esforço).

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