quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

É preciso DESTRUIR a Rede Globo

VIVEMOS NUMA SOCIEDADE DE ZUMBIS.
Cláudio Daniel

Quando chamei o funcionário de um hotel, anos atrás, para verificar a televisão a cabo, ele fez questão de me avisar, após realizar o serviço, qual era o número da Globo. Hoje, na assistência técnica da Samsung, para testar o acesso à internet em meu celular, o funcionário pesquisou no Google o site da Globo.

Amigos com formação universitária, repertório cultural e até formação política sofrem, sofrem mesmo, se ficarem privados de assistir à programação da Globo. O vírus está internalizado na sociedade, por isso vivemos entre zumbis.

É preciso DESTRUIR a Rede Globo!

2 comentários :

  1. A melhor forma de destruí-la é a mais simples possível: Basta fazer como nós, que não a sintonizamos jamais. O difícil é curar o nosso pobre povo desse vício tão destrutivo!

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  2. perfeitíssimo.
    Vivo dizendo que acho wishful thinking demais essas histórias de queda de audiência ou de influência da Globo, a despeito de inúmeras provas em contrário, sendo o golpe a mais notável delas.
    Se tem uma coisa que tenho evitado, é celebrar a tão propalada queda de audiência da Globo que vem sendo anunciada pelos medidores de audiência. Não acredito muito nisso.
    Em primeiro lugar, porque provavelmente esses cretinos nunca tiveram toda aquela audiência que diziam ter: eram beneficiários do monopólio do igualmente safado IBOPE, que inflava a audiência daqueles malandros. Com a entrada de outras empresas, o velho instituto precisou começar a ajustar seus números mentirosos para minimizar os riscos de um escândalo. De qualquer modo, é bom ressalvar, alguma queda residual pode ter havido mesmo, em razão das novas tecnologias, todas bem mais atraentes aos jovens do que a vetustez da televisão - residual, repitamos.
    Em segundo, porque infelizmente não se vê, no dia a dia, a bola tão baixa da Globo assim. Pelas condições atuais, o mais razoável era até que eles estivessem com "ibope" mais no chão ainda. Com a melhoria generalizada de vida dos últimos anos, aumentou exponencialmente o número de lares com algum tipo de serviço de TV paga. Aí você vai a uma casa com pacote de 300 canais e a TV está ligada na... Globo. Não, não são aqueles canais Globosat que infestam também os serviços pagos. É na Globo aberta mesmo! Tudo bem, ninguém está vendo nada: um no celular, outro conversando... Mas a porcaria da TV, paga, na Globo!
    E, por fim, outro motivo, não se tem sossego: é só estar num lugar público que lá está a "caixa de imagens que fazem barulho", na feliz expressão de José Paulo Paes. E em que canal mesmo? Pois é...
    Almoço eventualmente num restaurante próximo ao trabalho. O dono está sempre reclamando da vida: é crise sem precedentes, é queda de receita, é perda de clientes. Desnecessário dizer que é tudo mentira, pois vejo que todo dia aumenta o número de frequentadores no local e - sei que é feio ficar reparando - sempre para por lá uma turma que não se avexa de gastar bastante.
    Mas mesmo sendo uma mentira deslavada do proprietário, se a crise de algum modo realmente o preocupa, por que diabos o sujeito me deixa o aparelho ligado numa TV que provoca mau-humor, detona nossa autoestima, tudo coisa que obviamente não anda de mãos dadas com a vontade de consumir? E as pessoas estão lá almoçando na hora daquele tal jornal Hoje... Ah, e também já reparei, lá eles têm TV por assinatura! na boa, já que a crise é tão feia assim, eles poderiam economizar com o cancelamento do serviço, uma vez que só fica na Globo mesmo. E mais: com o aparelho desligado, economizaria energia também.

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