quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A crueldade ridícula da Editora Abril

Leandro Fortes
FATURA 

A injeção de dinheiro público, outra vez, no Grupo Abril já era esperada, assim como aumentou em quase 1.000% os investimentos em outros meios de comunicação, notadamente, o Grupo Globo.

Sem eles, o golpe parlamentar que apeou Dilma Rousseff do poder não teria se viabilizado. Sem Abril e Globo, a demonização do PT e, ato contínuo, a criação de um culto antipetista, com a ascensão messiânica do juiz Sérgio Moro, jamais teria acontecido. 

Ainda assim, não deixa de ser surpreendente a indigência moral e o servilismo dessa gente.

Comparar a vida de Mick Jagger à de milhões de brasileiros - trabalhadores e trabalhadoras rurais, domésticas, pedreiros, serventes, vigilantes e toda a gente do povo - que irão morrer durante o expediente não é só ridículo.

É cruel.

Um comentário :

  1. Certo, o Jagger vai passar fome se parar de trabalhar. Fato.

    Ironias à parte, esse pessoal já passou da sabujice faz tempo. Estão inebriados com o golpe.

    Eu ia dizer que esses caras perderam o último resquício de decoro, mas isso eles nunca tiveram.

    Mais certo é que perderam a última preocupação de manter as aparências.

    A mídia brasileira é isso aí mesmo, esse covil de psicopatas. Mas acho que nem assim o povo vai aprender a se informar melhor.

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